COLABORAÇÃO II


Mulheres modernas, mas nem tanto.

No dia a dia no trabalho, em eventos sociais, nas ruas e na televisão encontro mulheres que se dizem feministas. Mulheres modernas.
Que se garantem, não esperam nada de ninguém, lutam pelo que querem.
Mas o que encontro também são mulheres que usam essa garra e coragem como desculpa para descartarem a feminilidade, a doçura, a meiguice. Como se atualmente não tivéssemos tempo para ser gentis. Como se o mundo estivesse muito corrido para “com licenças”ou “obrigados”.
Sejamos delicadas com o mundo, sejamos delicadas com nós mesmas. Sem palavrões no trânsito, sem esbarrar e fingir que não viu, sem confundir stress com falta de educação.
Não seremos menos feministas, fortes ou corajosas por agir com uma pouco mais de sensibilidade. Afinal, somos mulheres. Trazemos isso conosco.
Se queremos que nos abram a porta de um carro, façamos um cafuné na hora certa. Se cobramos que puxem uma cadeira, façamos uma delicadeza também. Não é troca, são mimos recíprocos. Educação para as duas partes.
Feminismo sim, mas sem injustiças.
Cabe a nossa essência não deixar esse mundo preto e branco.
Que conquistemos tudo o que temos direito. Mas com inteligência e sutileza.
Assim seremos mais que mulheres modernas, seremos uma versão melhorada.

Vânia Souza Cupini
assistente de marketing da TvTem.

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